MAGMA
quinta-feira, 23 de maio de 2019
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Visão
Uma pomba branca
Atravessou o meu caminho
Hora acredito que estou a segui-la
Más a saudade
É um caos na memória
Olhando para tráz
Desacelero o passo
Vejo o voo lento da paz
A realidade me atropela na calçada
A dor que me fere
É do amor que partiu
Buscando o seu próprio destino.
Atravessou o meu caminho
Hora acredito que estou a segui-la
Más a saudade
É um caos na memória
Olhando para tráz
Desacelero o passo
Vejo o voo lento da paz
A realidade me atropela na calçada
A dor que me fere
É do amor que partiu
Buscando o seu próprio destino.
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Palavrosa Mutação
Sua acridoçura libertada
Atravessa contribuindo com o mundo
Esplendida terra babilônica
De eterna ligua de água
Origem escavada no fogo
Uma lábia que impressiona
Imaginam entender suas palavras
Subtamente jogada sussurra agudos
Rio gigantesco supremo atravessas
Frequente nada a responder as correntezas
Contempla a beleza do livre-arbítrio
Naturalmente na arte é inspirada
Admiro sua empolgação nas descoberta
Viagens espaciais frente a lua
Encontrei no espaço lágrimas
Realidades e magias cósmicas convincentes.
Atravessa contribuindo com o mundo
Esplendida terra babilônica
De eterna ligua de água
Origem escavada no fogo
Uma lábia que impressiona
Imaginam entender suas palavras
Subtamente jogada sussurra agudos
Rio gigantesco supremo atravessas
Frequente nada a responder as correntezas
Contempla a beleza do livre-arbítrio
Naturalmente na arte é inspirada
Admiro sua empolgação nas descoberta
Viagens espaciais frente a lua
Encontrei no espaço lágrimas
Realidades e magias cósmicas convincentes.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
Briza
Depois de tragar
O azul do mar
Cambaleou pela calçada
Fez xixi na praça
Sentou-se na posição de yoga
Chorou e sorriu alguns delírios
Despiu suas nuvens escuras
Dormiu em morna tempestade
Meu amor meu desespero
Em pleno voo desmoronando
O que faltou não foi carinho
A neta de Deus, filha da paixão e da loucura.
O azul do mar
Cambaleou pela calçada
Fez xixi na praça
Sentou-se na posição de yoga
Chorou e sorriu alguns delírios
Despiu suas nuvens escuras
Dormiu em morna tempestade
Meu amor meu desespero
Em pleno voo desmoronando
O que faltou não foi carinho
A neta de Deus, filha da paixão e da loucura.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Abominável
Quanto era carinhosos
Seus apelidos íntimos
Pequenas necroses de violações
Brigas sem pedir perdão
Ao cair sem direção
Nenhum amigo apareceu
Apenas um socorro se quer
E o engano nos acompanha
Faltam abraços verdadeiros
Na maior parte da vida
Nunca algemas de caridades
Pois ninguém está isento da queda
Os anjos e tolos conhecem
O sabor do chão
A arte sem orgulho
Reconhece sua função
Missão sem desmazelos
Apenas imaginação
Um inventor de línguas novas
Tem canal sobrenatural
Dramas compreendidos humildemente
Humilhado e exaltado no mesmo instante
Seus apelidos íntimos
Pequenas necroses de violações
Brigas sem pedir perdão
Ao cair sem direção
Nenhum amigo apareceu
Apenas um socorro se quer
E o engano nos acompanha
Faltam abraços verdadeiros
Na maior parte da vida
Nunca algemas de caridades
Pois ninguém está isento da queda
Os anjos e tolos conhecem
O sabor do chão
A arte sem orgulho
Reconhece sua função
Missão sem desmazelos
Apenas imaginação
Um inventor de línguas novas
Tem canal sobrenatural
Dramas compreendidos humildemente
Humilhado e exaltado no mesmo instante
Anoni-mato
Seja anômalo
Esteja afastado
Observe um bocado
Apague seu rastros
Com descrição
Não faça perguntas
Nem me fale
O que é dever
Só os poetas
Fazem ao amanhecer
Inaugurando vestígios
Na noite transfere estrelas no céu
Encanta com delicada picada
Vacinas de atendente de farmácia
um beijo nos escritos antes de dormir
Porque viveu e não se matou hoje
Rastejou com os vermes
Sem se atirar de uma ponte
Suavesou desesperos maiores dos outros
Recusando falar a respeito
Porque a poesia ressalva
Cálculos tumores e abalos
Esteja afastado
Observe um bocado
Apague seu rastros
Com descrição
Não faça perguntas
Nem me fale
O que é dever
Só os poetas
Fazem ao amanhecer
Inaugurando vestígios
Na noite transfere estrelas no céu
Encanta com delicada picada
Vacinas de atendente de farmácia
um beijo nos escritos antes de dormir
Porque viveu e não se matou hoje
Rastejou com os vermes
Sem se atirar de uma ponte
Suavesou desesperos maiores dos outros
Recusando falar a respeito
Porque a poesia ressalva
Cálculos tumores e abalos
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