Errando em esquinas
E falsos ninhos
Dias brancos
Em bancos de praça
Tamanha inércia
Entre montanhas
Embaçou o jeito
De olhar a realidade
O ósseo construiu
Um novo espirito
Um instrumento embalou
Seu rigoroso paladar
Derramando deleite
Em postura erguida
A desalmada entoa
Uivos estridentes
De uma canção pachorra
Piranhas marcando ponto
Bebia e gemia
Cuspia fogo
Breu e vinho morto
A lua testemunhou
Toda jornada
O gozo da luz
Nas escadas enjoelhada
A memória se esforça
Em não esquecer
Os anjos da guarda.
E falsos ninhos
Dias brancos
Em bancos de praça
Tamanha inércia
Entre montanhas
Embaçou o jeito
De olhar a realidade
O ósseo construiu
Um novo espirito
Um instrumento embalou
Seu rigoroso paladar
Derramando deleite
Em postura erguida
A desalmada entoa
Uivos estridentes
De uma canção pachorra
Piranhas marcando ponto
Bebia e gemia
Cuspia fogo
Breu e vinho morto
A lua testemunhou
Toda jornada
O gozo da luz
Nas escadas enjoelhada
A memória se esforça
Em não esquecer
Os anjos da guarda.
Nenhum comentário:
Postar um comentário